Matéria Infomoney – Após fusão, escritório traça meta de alcançar R$ 1 bilhão em custódia até metade do ano

30 de abril de 2019

A APX Golden nasceu grande. Resultado da fusão entre a APX Investimentos e a Golden Investimentos, o novo escritório foi aberto no final do ano passado com mais de 1.100 clientes e R$ 620 milhões sob custódia. Se o números já eram impressionantes, os primeiros meses só ratificaram a decisão em unir os dois escritórios de agentes autônomos.

A nova empresa, que é ligada a XP Investimentos, cresceu 37% em 90 dias, atingindo R$ 850 milhões sob custódia. “Os resultados foram acima da expectativa. A APX Investimentos e a Golden continuariam crescendo separadas. Porém, juntas, são mais fortes”, explica Bernardo Dietze, CEO da APX Golden Investimentos.

Não era para menos. De um lado, a APX tinha Dietze, um líder experiente, com mais de 15 anos de mercado financeiro, que há sete anos atuava junto da XP Investimentos e estava acompanhado por um grupo jovem e motivado a crescer. Já do outro lado, uma equipe sênior da Golden Investimentos, comandada por Giuliano Giberni, e formada por ex-gerentes de private banking, com grande bagagem profissional, ampla rede de relacionamentos e com técnicas e know-how para atrair clientes de alta renda.

Tais habilidades complementares foram fundamentais para que a APX Golden atingisse um alto nível de satisfação dos clientes, formado por investidores do segmento de private banking.

 “Investimos na proximidade com o nosso cliente, temos assessoria personalizada, criamos eventos, convidamos para que ele participe de eventos conosco. Essa proximidade permite com que a gente se alinhe e, assim, se adeque ao perfil de quem se interessa pelo nosso serviço. Ele acaba percebendo esse cuidado e isso gera satisfação. Nosso índice de indicação é muito alto”, comenta Dietze.

Mesmo com resultados acima da expectativa, os sócios querem mais. Até a metade de 2019, o desafio é bater R$ 1 bilhão sob custódia. Para o final do ano que vem, a meta é ainda mais ambiciosa: R$ 3 bilhões sob custódia.

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